Agostinho Teixeira tentou avisar a prefeitura sobre problemas com extintores em túneis da capital
Fonte:Band

Mesmo diante da gravidade do assunto, a queixa não
pôde ser registrada na prefeitura Claudia Otte/shutterstock
O jornalista Agostinho Teixeira, apresentador do Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes,
notou que a maioria dos extintores dos túneis Tribunal de Justiça,
Sebastião Camargo e Ayrton Senna, em São Paulo, está vazia ou vencida.
Na tentativa de avisar sobre o ocorrido às autoridades, porém, Agostinho
Teixeira acabou “jogado” de um setor para o outro na prefeitura da
capital paulista – mesmo diante de um fato que pode trazer risco à
população – e, no final, não conseguiu registrar sua solicitação.
O primeiro contato foi feito na Central 156 da prefeitura de São Paulo. Lá, a atendente explicou a Agostinho Teixeira ele deveria entrar em contato na CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) e que, em seu sistema, não havia registros de irregularidades nos extintores dos túneis citados.
O jornalista então foi atrás da CET e a atitude foi semelhante: o atendente pediu para ele falar com a Emurb (Empresa Municipal de Urbanismo). “É obrigação deles (fazer a vistoria nos extintores), periodicamente”, disse o responsável.
Na Emurb, o desafio prosseguiu. No primeiro contato, a atendente disse que não poderia ajudar porque a empresa se divide em duas: uma chamada São Paulo Urbanismo (em que ela atua) e a outra São Paulo Obras – a dica foi entrar em contato com a segunda.
Feito o contato, a atendente da São Paulo Obras também não resolveu a questão. Pior: a indicação foi ligar para a Central 156, a primeira ligação feita pelo jornalista. “Aqui a gente só cuida de novos projetos, não cuidamos de manutenção”, justificou.
Fonte:Band

Mesmo diante da gravidade do assunto, a queixa não
pôde ser registrada na prefeitura Claudia Otte/shutterstock
O primeiro contato foi feito na Central 156 da prefeitura de São Paulo. Lá, a atendente explicou a Agostinho Teixeira ele deveria entrar em contato na CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) e que, em seu sistema, não havia registros de irregularidades nos extintores dos túneis citados.
O jornalista então foi atrás da CET e a atitude foi semelhante: o atendente pediu para ele falar com a Emurb (Empresa Municipal de Urbanismo). “É obrigação deles (fazer a vistoria nos extintores), periodicamente”, disse o responsável.
Na Emurb, o desafio prosseguiu. No primeiro contato, a atendente disse que não poderia ajudar porque a empresa se divide em duas: uma chamada São Paulo Urbanismo (em que ela atua) e a outra São Paulo Obras – a dica foi entrar em contato com a segunda.
Feito o contato, a atendente da São Paulo Obras também não resolveu a questão. Pior: a indicação foi ligar para a Central 156, a primeira ligação feita pelo jornalista. “Aqui a gente só cuida de novos projetos, não cuidamos de manutenção”, justificou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário